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    Mulher – Vida Cristã – Dia das Mães: Gratidão pelas nossas mães


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    “Como alguém a quem sua mãe consola, assim eu vos consolarei; e em Jerusalém vós sereis consolados” (Isaías 66.13). O Dia das Mães está chegando e, com ele, o coração de todos nós transborda em gratidão a Deus pela mãe que Ele nos presenteou. O que poucos sabem, no entanto, é que o próprio Deus revelou-se a Seus filhos no passado como uma verdadeira Mãe. Porém, antes que me recomendem a alguma “fogueira inquisitória”, vou esclarecer a razão do título acima. Embora reconheça o imenso valor das mulheres para o Reino de Deus, não comprei uma “Bíblia Feminista”, como você poderá pensar.

    Na verdade, a minha Bíblia também diz: “Pai nosso que estás nos céus …” (Mateus 6.9) – assim como a sua e a de milhares de servas e servos de Cristo, espalhados pelo Brasil afora. O que pretendi com o título – além de provocar um certo frisson – é chamar a sua atenção para o lado materno do único e todo-poderoso Deus, Yahweh, revelado em pleno patriarcalismo, no Antigo Testamento. Isso mesmo. Além de Pai, o nosso Deus também é Mãe. Se você ainda tem dúvidas, basta dar uma olhadinha no que escreveu o profeta Isaías (66.7-14; cf. 46.3,4; 49.15). A palavra hebraica para “mãe” é ‘em, e curiosamente também pode significar “ponto de partida” (cf. Ezequiel 21.21). Como geradora da vida – o ponto de partida de todo o ser humano normal -, a mãe assume, no Antigo Testamento, algumas características peculiares com referência à sua prole: ela deve ser fonte de consolo (Isaías 66.13), ensinadora (Provérbios 31.1) e disciplinadora (Zacarias 13.3). No texto de Isaías 66.13, você verá que Yahweh compara a Sua compaixão à triste realidade de Judá com o amor materno. Trata-se, naturalmente, de um belíssimo antropopatismo bíblico, quando Deus atribui a Si mesmo sentimentos humanos.

    Confira ainda outras passagens de Isaías em que o Senhor declara o imutável amor que detinha pelo Seu povo: 43.4; 44.21; 46.3,4; 49.15,16. Que outra metáfora poderia ser usada para comparar adequadamente o grande amor de Deus por Judá que o amor de mãe? Certamente nenhuma outra experiência terrestre pode ser equiparada à decisão – muitas vezes auto-sacrificante – que uma mãe toma em favor de seus filhos. Basta lembrar da experiência ocorrida com o rei Salomão no episódio das duas mulheres que brigavam por uma mesma criança (I Reis 3.3-28). A mãe verdadeira, como você já sabe, preferiu ver o seu filho criado por outra pessoa, longe de seu colo, do que tê-lo morto. É muito interessante notar como a figura da mãe foi aplicada a Deus na passagem de Isaías 66.7-14.

    Nos versículos 10 e 11, por exemplo, o profeta diz que todos os que choraram, deveriam se alegrar pelo futuro de Jerusalém; “para que mameis e vos farteis dos peitos das suas consolações”. Por quê, afinal, havia pranto em Jerusalém? Por qual motivo haveria a consolação futura através da “amamentação” efetuada pelo próprio Deus-Mãe? Para entender bem o contexto literário desta perícope, creio que será de grande ajuda a leitura do trecho a seguir: “Novamente sem transição, de repente, processa-se o segundo quadro da restauração da cidade […]. Montado sobre cena doméstica, consegue intensidade contagiante de sentimento: uma mulher, antes do esperado, dá à luz; os vizinhos e os outros filhos felicitam-na; ela lhes dá o seio; o seu marido lhe traz presentes e acaricia as crianças; a alegria é como uma seiva que os fará crescer. Ao chegar de improviso a alegria, tudo são perguntas de surpresa alvoroçada.

    O tema da fecundidade, assinalado em 54.1, atinge aqui sua expressão culminante. É maravilha este nascer simultâneo de todo um povo, quando tão trabalhoso foi o nascimento dos doze pais das tribos (Gn 30), tendo um deles custado a vida à mãe (Gn 35.16-21). Aqui tudo é fácil, rápido, abundante”. [1] Como você deve estar se lembrando, na época em que Judá se viu às voltas com o cativeiro assírio, Isaías esteve profetizando (aproximadamente de 740 a 700 a.C.). O ministério profético de Isaías se deu com palavras de repreensão ao povo quanto às condições sociais, advertência sobre o cativeiro, destruição, exílio e promessa de eventual restauração. É firmado, portanto, na promessa da restauração de Judá que o profeta trabalha o tema da consolação divina. Em hebraico, a palavra tanµûm, “consolação” (cf. Jeremias 16.7; Isaías 66:11), era bastante conhecida de todo judeu piedoso que vivia no exílio (Isaías 40.1). A mesma palavra ocorre em Salmos 23.4, em que Davi diz acerca de seu pastor celestial: “a tua vara e o teu cajado me consolam”.

    Na Bíblia, você pode ver que as pessoas se consolavam por causa dos mortos (II Samuel 10.2; I Crônicas 19.2; Isaías 61.2; Jeremias 16.7; 31.15). A consolação vinha por causa da morte de uma criança recém-nascida (II Samuel 12.24), de um filho adolescente (Gênesis 37.35), de uma mãe (Gênesis 24.67), de uma esposa (Gênesis 38.12), etc. Mas é Deus quem efetivamente consola o Seu povo (Salmos 71.21; 86.17; 119.82; Isaías 12.1; 49.13; 52.9). As compaixões de Deus à uma se acendem pelo povo escolhido (Oséias 11.8). Através do oráculo profético Deus promete o alívio em face da tristeza, uma espécie de desafogo em face do desapontamento e da consternação sofrida por Jerusalém. A tristeza, portanto, se converterá em júbilo (Isaías 40.1; 49.13; 51.3) e a prosperidade futura de Judá foi profetizada (Isaías 54.1-17). Qual criança não se sente feliz quando está no colo de sua mãe?

    Quem não se sente seguro nos braços de uma mãe carinhosa? No versículo 12 de Isaías 66 você lerá o seguinte: “… então, mamareis, nos braços vos trarão e sobre os joelhos vos acalentarão”. Deus é verdadeira Mãe para os que são Seus. Ele tem prazer em carregar cada um de nós em Seu divino colo, ninando-nos, afagando-nos, fazendo-nos sentir protegidos e alimentados. Esse é o Deus-Mãe que os israelitas do passado conheceram. Esse é o Deus-Mãe que se revela a você, hoje. Seja qual for a sua dificuldade, não se esconda atrás de suas próprias deficiências. Você não está sozinha neste mundo. Você tem uma Mãe tremenda, que está nos céus, pronta a te consolar: “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti” (Isaías 49.15).

    Feliz Dia das Mães!

    Deivinson Gomes Bignon
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