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    Mulher – Sexualidade – Repressão – O Mito do Prazer Feminino


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    A história de repressão que a sociedade de forma geral, inclusive a judaica e a brasileira impôs à figura feminina, tornou ainda mais compreensível a dificuldade das mulheres atingirem o ápice de seu prazer e evoluírem de tabu para suas próprias realizações.

    No consultório esta realidade se demonstra a níveis assustadores de mulheres reprimidas, complexadas, retraídas com reflexo em outras áreas da vida por não ter esta área bem resolvida, principalmente o povo evangélico.

    “E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto (Gn 1.31)”.

    Deus colocou nas mulheres órgãos que são destinados única e exclusivamente ao prazer, portanto não creio que isso seja negativo ou pecado.

    Na cultura judaica, havia a prática do homem sair para a guerra e deixar suas mulheres em casa por longo período de tempo. Então começaram a instituir práticas para reprimir esta pulsão, também como o cinto de castidade, que trazia muitas inflamações e problemas para as mulheres.

    Embora não seja freudiana, uma das principais contribuições deste teórico foi que o sexo faz parte das necessidades fisiológicas do ser humano assim como a fome, o sono e a sede. E foi provado através do estudo do histerismo que a repressão do mesmo, induz a respostas do organismo das formas mais variadas possíveis.

    Hoje em dia vivemos os últimos tempos, e o sexo, que foi instituído por Deus para a procriação, entrega e ponto máximo no amor entre um homem e mulher (uma vez que somente ele faz com que os dois tornem-se uma só carne). Encontra-se totalmente contaminado de seu uso natural e significado, infelizmente.

    “Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne (I Co 6.16)”.

    Portanto é dever da mulher e do marido cristão, em virtude até da época, proporcionar ainda mais qualidade a este ato tão sublime e cheio de mistério, que o casamento nos proporciona.

    Uma vez um aconselhando, num encontro de casais me perguntou com que freqüência deveria fazer com que a sua mulher chegasse ao clímax, eu respondi que tantas quantas você chegar. Não há um número para isso, a libido varia de pessoa para pessoa, por isso mesmo essa é uma particularidade para se viver entre casais casados, por isso o vinho velho é melhor. Mas seria nada mais que justo que ambos se beneficiassem deste privilégio do casamento a mesma quantidade de vezes.

    O caminho para o prazer feminino passa pela sua consciência corporal, conscientização de que é um ato extremamente romântico e de entrega para o seu marido, auto-estima e amor.

    Por isso deve ser feito única e exclusivamente no casamento, pois para completo proveito é necessário total entrega, conhecimento um do outro cada vez maior e cumplicidade. Quando ambos conseguem chegar a este ponto, significa tomar realmente posse do corpo do outro, afinal são capazes de desvendar seus maiores segredos e intimidades.

    “A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher (I co 7.4)” – por isso a entrega deve ser total.

    Existe outra particularidade na mulher, fisiologicamente e também ainda por conta da cultura da época: ela demora mais para atingir o prazer que o homem. Assim sendo faz-se extremamente necessário carícias e um “aquecimento” antes do ato, até para que o corpo dela possa estar preparado para o seu marido. Homens que partem diretamente para o ato, já saem perdendo de cara, pois ela estará atrasada em relação a ele sempre.

    O que fazer então com as mulheres que não se conhecem?

    Existem duas alternativas, começarem a se conhecer, perderem a inibição com seu marido e verificar como sentem mais prazer ou o próprio marido começar a explorar o corpo de sua esposa, através de toques, carícias cada vez mais prolongadas. Mesmo que ela não fale, o seu corpo dará sinais reagindo aos estímulos através da respiração, arrepios e batimentos cardíacos acelerados e assim conseguirá descobrir o que sua esposa mais gosta e onde prefere ser tocada. E isso vai desde o fio de cabelo até a planta dos pés, essas áreas são extremamente particulares e varia de pessoa para pessoa. Carícias prolongadas e um bom estímulo de forma geral propicia que a mulher chegue ao clímax mais facilmente.

    Num artigo anterior falei de Cantares, embora seja visto como um livro profético, não podemos deixar de perceber o conteúdo extremamente romântico dele, onde os amantes descrevem os detalhes do corpo um do outro, buscando o conhecimento mútuo.

    Uma vez aconselhei uma irmã que estava muito preocupada pois sua libido tinha aumentado muito e seu marido estava começando a desconfiar dela, ela pensou até estar endemoniada. No decorrer do tratamento chegamos a conclusão que pouquíssimas vezes seu marido a satisfazia completamente, o prazer era só dele, então comparamos com a fome: experimente ter muita fome e comer só um pouquinho, o que acontecera depois? Terá mais fome logo em seguida, não é mesmo? Pronto taí o motivo de sua libido tão “aumentada”.

    Contando ainda com a colaboração de Freud e os estudos da histeria, quando essa parte não é bem resolvida, causa desde mau humor constante a descuido de si mesma, depressão e etc. Isso mesmo, já ouviu falar quando alguém está sempre de mau humor que deve ser mal amada, esse ditado tem um fundamento científico.

    Agora uma mulher que tem um marido que a completa, que compreende as suas necessidades e as atende, vai refletir esta diferença em todos os aspectos da vida.

    Deve haver total cumplicidade e de maneira nenhuma pode ser um ato egoísta, bom somente para um, tem que ser bom para ambos. Estes devem se esforçar para agradar o outro, não só no ato, mas em todos os setores da vida e do casamento e principalmente este.

    Outra coisa que percebemos no livro de cantares e que também ajuda muito nesta hora, são os elogios freqüentes um ao outro.

    “Eis que és formosa, ó meu amor, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas (ct 1.15)”.

    Existem mulheres que vão para o ato somente para se sentirem, como diz o mundo: “gostosas”, outro erro fatal!

    Na verdade são frígidas, buscam o ato como necessidade de auto-afirmação e não pelo que o ato representa em si, por isso não conseguem chegar ao clímax. Precisam antes de mais nada tomarem conhecimento de si próprias, para desfrutarem, em seus casamentos do que Deus lhes deu.

    “Os teus lábios são como um fio de escarlate, e o teu falar é agradável; a tua fronte é qual um pedaço de romã entre os teus cabelos (ct 4.3)”.

    Mas os elogios são mágicos, para aquelas mulheres reprimidas ou que se sentem menosprezadas, mesmo que ela esteja fora de forma, experimente elogiar uma curvinha aqui, outra ali, aquilo que tiver de bonito e que te atrai.

    “Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos; desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento; e o seu fruto é doce ao meu paladar (ct 2.3)”.

    Aos pouco vai ativar um “botãozinho” chamado auto-estima e verá como não só o ato vai melhorar, como a necessidade de estar ainda mais bonita para seu amado e vai começar a se cuidar mais. O marido deve ser amável, doce para sua mulher, esta é a fórmula mágica para torná-la amável e se entregar ao seu marido. Este é o segredo do sucesso, quer ter sua esposa em suas mãos, aqui está.

    “Eis que é gentil e agradável, ó amado meu; o nosso leito é viçoso (ct 1.16)”

    Existe ainda a preparação biológica.

    Quando você vai fazer exame de urina, às vezes existe a instrução para desprezar o primeiro jato, para isso é necessário fazer, depois prender um pouquinho e fazer novamente.

    Então faça assim e verifique os músculos que utiliza para que isso aconteça, repita esse exercício três vezes por dia, durante uns 10 minutos mais ou menos. Pode ser em qualquer lugar, enquanto estiver no computador, lavando louça, é imperceptível e deixa o corpo em forma, facilitando o prazer na hora do ato.

    Exercícios de forma geral ajudam mentalmente e fisicamente, em todos os aspectos e também na construção da consciência corporal, melhora a auto-estima e ativa a circulação e dá um bem estar geral, por isso deve ser adotado também.

    Quando o Senhor estabeleceu o princípio da união entre homem e mulher no jardim do Éden que “Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher e serão os dois uma só carne” a palavra utilizada em hebraico foi “Tabar”, que significa ficar junto através da relação sexual.

    Paulo, em carta aos Efésios 5.31, emprega em grego a palavra “unir-se”que é “Proscalau”, significando intimidade. Assim, Deus fez o homem e a mulher para se unirem sexualmente, face a face, intimamente, com entregas, renúncias e dedicação. Esta união traz bênção. É isto que significa esta palavra utilizada para demonstrar a união entre marido e mulher. No acasalamento de animais utiliza-se simplesmente “calau”.

    O ato sexual no casamento, criado originalmente por Deus tem que significar para o homem muito mais que receber da sua companheira simplesmente a sua liberação física. E a mulher deve receber do marido um profundo sentimento de segurança que ocorre à medida que o marido lhe dá amor em todos os sentidos. Para isso ela deve se sentir cuidada por meio da intimidade que um tem com o outro, sendo o marido o seu protetor. Ele deve saber agradar a sua esposa e se esforçar para isso, mesmo porque o prazer do homem, até por questões culturais é muito mais fácil e nunca foi tabu.

    O sexo é pessoal, deve ser respeitado a individualidade e particularidade um do outro. E o fato de ser cheio de prazer não faz mal nenhum, muito pelo contrário, faz parte do plano de Deus.

    Já diziam os poetas que a mulher é um mistério, então cada marido deve desvendar a sua, faz bem para a união do casal.

    Miss.Adriana Fonte
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